Cheiro de flores no ar…
Há momentos em que podemos sentir a fragrância das flores do jardim que existe em nosso coração.

Há momentos em que podemos sentir a fragrância das flores do jardim que existe em nosso coração.


Nem muito feliz , nem muito triste. O equilíbrio está no meio. O que significa isso? Você já viu alguém ficar feliz o tempo todo, ou triste o tempo todo? Não. Por quê? Tudo passa… Ninguém consegue permanecer nos extremos.
Pegue um equilibrista, dê a ele um cabo de vassoura e pendure de um lado mais peso que o outro. Ele vai conseguir equilíbrio? Não, ou seja, tem de ser no meio, simplesmente estar bem. Estar bem é dentro, não fora.
A empolgação vem quando estamos seduzidos pelo externo, depositando no outro, em algo ou em alguma conquista o “estar muito feliz”. Se esse outro vai embora, se esse algo acaba, ou se perdemos o que conquistamos entramos no “estar muito triste”. Onde está o poder pessoal? No outro, no externo. Se tudo vai bem, estarei bem; se tudo for mal, estarei mal. Aí você vive a vida inteira como se estivesse numa gangorra - mas que na gangorra da emoção.
O externo não pode interferir no interno. Ninguém tem o poder de fazê-lo feliz ou triste, a não ser que você dê esse poder a ele. O que você sente independe do externo, o sentimento é seu. Você escolhe estar bem ou estar mal, e não os acontecimentos ou as pessoas!
Mas como eu faço isso? Olhando para dentro. Como eu olho para dentro? Sendo um observador de si mesmo. Veja o que o motiva no momento. Qual é o seu foco? Você realmente quer aquilo ou está competindo com alguém? Você gasta energia concentrando-se nos problema ou na solução? Você gasta energia para apontar a mazela do outro ou para curar suas próprias mazelas? A maioria das pessoas está doente e não sabe disso. Falo de doenças emocionais, que com o tempo transferem-se para o corpo físico em forma de patologia clínica.
Por exemplo: ego e vaidade são doenças emocionais e causam muita dor. Quem as tem se torna escravo, tentando o tempo inteiro suprir a expectativa do externo, e vive no “tenho de ser assim…” Você não tem de ser assim nada! Nossa, que cansativo e sem fim! Essa pessoa só é feliz se tiver aprovação do outro, porque se tiver crítica e reprovação, ah, o mundo acaba. É a busca de uma ilusão. Na verdade qualquer mazela é ilusão, nós as criamos e damos poder a elas… Só existe o amor, nada mais, o resto é ilusão!
O estar bem é fazer o que ama e amar o que faz. Não é fazer o que os outros acham que é certo, e sim o que se sente. O errado é ir contra a sua verdade, e se for contra, a vida será sempre assim, muito feliz ou muito triste, que na verdade serão momentos ilusórios.
Voltando ao ego e à vaidade, quando entramos nessa vibração colocamos um alvo bem grande nas costas para o “lado de lá” não ter chance nem de errar, é uma chaga! Imaginem o que será de uma pessoa que passa a vida inteira apenas se preocupando com a beleza, com o corpo perfeito, em ser o mais belo, o melhor… O que será dessa pessoa ao envelhecer? Ou imaginem se essa pessoa perdesse tudo o que tem? A base dessa pessoa está no externo ou no interno? Em que ela se apoiaria agora? Acaba a motivação de viver? Pois é… É triste e é bem sério.
Escolhi como profissão a arte, trabalhar com a comunicação, e com isso uso a minha imagem, mas não me torno escrava dela. Cuido porque me amo, me respeito, me preservo, mas há limites. É como um carro: você tem de cuidar, se precisar fazer manutenção você faz, mas não achar que ele é tudo o que você tem! O carro você ainda pode comprar um novo; o corpo, não. Por isso, a saúde do corpo é mais importante do que a sua estética. Cuidado é diferente de vaidade.
De dentro pra fora… Esse é o caminho… Seja Amor.
As coisas que aqui escrevo são ensinamentos que me vêem em meditação… Meditar não é parar de pensar, e sim se tornar um observador de si. Sou meditante Ráshuah e aprendo a cada dia ser um ser humano melhor. São técnicas que aprendi no Instituto Ráshuah, criadas pela Mestra Vera Calvet. Ela conseguiu de forma simples nos ensinar o caminho para o amor/sabedoria através dessa filosofia de vida (não é religião leia http://www.thatianapagung.com.br/blog/?p=24 ). Aprendi o caminho e ninguém pode caminhar por mim, porque a sabedoria é o conhecimento na prática. Assim conhecimento vira consciência, e consciência significa liberdade, e liberdade significa amor. Mestra Vera Calvet, Mestre Sérgio Linhares e Mestra Lucia Lapa… Sansy-moyô.

A maioria das coisas que aqui escrevo, são ensinamentos que me vêem em meditação… Meditar não é parar de pensar, e sim se tornar um observador de si. Sou meditante Ráshuah e aprendo a cada dia ser um ser humano melhor. São técnicas que aprendi no Instituto Ráshuah, criadas pela Mestra Vera Calvet. Ela conseguiu de forma simples nos ensinar o caminho para o amor/sabedoria através dessa filosofia de vida (não é religião leia http://www.thatianapagung.com.br/blog/?p=24 ). Aprendi o caminho e ninguém pode caminhar por mim, porque a sabedoria é o conhecimento na prática. Assim conhecimento vira consciência, e consciência significa liberdade, e liberdade significa amor. Mestra Vera Calvet, Mestre Sérgio Linhares e Mestra Lucia Lapa… Sansy-moyô.

Amor.
Quando falo de amor, eu não me refiro a ninguém, não falo de amor entre casais. Falo do meu encontro com minha essência, falo do amor divino.
Ah, o amor… Ele simplesmente é.
Estamos acostumados às emoções que nos causam várias sensações pelo corpo. Isso não é o amor a que me refiro. Esse amor oscilante, a paixão, é uma emoção, e está atrelada ao corpo emocional, ao humor, aos pensamentos, ao momento.
O amor que vos falo é sentimento. Sim, há diferença entre sentimento e emoção. O sentimento não oscila; ele é linear, ele preenche, ele se manifesta, ele é.
Quem tem amor dentro de si nunca se sentirá sozinho. Ele está lá: faça uma visita a si mesmo, e descubra a sua melhor companhia - você mesmo! Se não formos capazes de nos relacionarmos com nós mesmos, não seremos capazes de nos relacionarmos de verdade com ninguém. Sempre será tudo superficial.
Dentro de cada corpo há uma linda flor de lótus. Encontre a sua e seja muito, mas muito feliz, porque hoje começo a compreender o significado da frase “felicidade é uma escolha”. Sim! Posso escolher ignorar minha verdade-essência e ser infeliz, ou escolher cada vez mais me aproximar de meu Eu superior, da minha verdade, da minha essência.
Ah, como é bom sentir-se protegida. Ah, como é bom sentir Deus em tudo. Experimente.
Thatiana Pagung

Thatiana Pagung

Certa época durante minha caminhada no autoconhecimento eu comecei a ficar incomodada de ir para o samba e ambientes do gênero, mesmo amando o carnaval.
Parei para meditar.
E meditando consegui observar que na verdade o problema não era o externo, era o que saía de mim estando nesse externo, o eco que tinha dentro de mim. Todo o lado “não bonitinho” começava a expurgar e isso me fazia mal. Após começar a trabalhar minhas mazelas, esse lado “não bonitinho” o externo já não tendo mais tanto eco, não incomodava mais.
Eu não poderia estar num lugar melhor, numa posição melhor para trabalhar em mim a inveja, a competição, a vaidade, a raiva… Onde eu enxergaria isso indo de casa para a meditação e da meditação para a casa? O externo traz o estímulo para trabalhar o interno, o tempo inteiro. Sou grata a Deus por enxergar que nada na vida é por acaso e que somos e temos o que precisamos para evoluir.
Muitas vezes nós olhamos para o externo como um obstáculo para nós vencermos. Na realidade, o externo não é um obstáculo para nós vencermos, ele é o estímulo para nós vencermos internamente. O externo é apenas um estímulo, senão ele será mais poderoso do que o interno. O externo é apenas um estímulo para que a gente consiga entender através do nosso interno quais são as nossas mazelas e para que as vençamos dentro da gente e não fora. Enquanto nós não vencermos dentro de nós, atrairemos do externo estímulos para que o nosso interno se modifique. A dificuldade de cada um, a inabilidade de cada um, está dentro de cada um para ser vencida. A ignorância de cada um, no sentido de ignorar, de não ter as ferramentas corretas ou não ter o olhar correto, todas essas dificuldades estão dentro de nós.
O exercício de harmonizar-se com o externo é na verdade um esforço interno. A estrutura do nosso planeta é aprender através das diferenças. É isso que causa uma energia de movimento para que a gente possa colher os aprendizados. Mas se nós fixamos o olhar fora de nós, vamos nos perder. E isso é muito comum.
O que vocês acham que Jesus estava tentando ensinar depois de ser traído por um discípulo, barbaramente torturado e cruxificado? E isso porque o povo escolheu o assassino confesso do Barrabás em vez de Cristo. Então antes de morrer, Jesus disse: Pai, perdoai, eles não sabem o que fazem.
O que ele estava dizendo ali? Que são seres cheios de mazelas, são seres crianças consciencialmente. Não sabem o que fazem porque ainda não atingiram o grau de consciência para discernir sequer uma coisa da outra. Pois ali estava o Mestre dos Mestres encarnado no planeta, em carne e osso, e o pessoal fez o que fez. Neste planeta o mal ataca a cura. Isso é a regra.
Vamos entender isso de dentro para fora e não ao contrário. A dificuldade é nossa. Nós é que temos que trabalhar. Cada um de vocês tem mais dificuldade de um lado, menos do outro. Tem também os seus dons, as suas facilidades, a parte boa. Temos que conhecer as nossas partes boas para que elas nos ajudem com as nossas limitações. Se nós conhecemos as duas coisas podemos usar a nossa melhor parte para vencer as nossas limitações.
Esse equilibrio traz LIBERDADE. Estar em qualquer lugar e estar bem. Seja como a flor de Lótus…
Agradeço sempre aos meus Mestres Vera Calvet e Sérgio Linhares por todos ensinamentos de amor/sabedoria. Tudo que escrevo aqui, eu aprendi com eles no Instituto Ráshuah. Como já falei, não se trata de uma religião e sim filosofia de vida.
Beijos no coração.

Quero deixar claro que não defendo “religiões”, e que eu não tenho uma religião como todos conhecem, porque se eu tivesse que escolher, eu escolheria todas. As religiões passam uma ideia de separatividade que não existe. A minha religião é o AMOR.
Religião significa religação, vem de Religare, e ligar o que com o que? Nós com nossa essência, nós com Deus. Os grupos religiosos te orientam no “Religare”, mas, o que adianta a pessoa ir à uma igreja, à um centro, e quando chega em casa briga com o pai, com a mãe, com o filho… Isso pra mim é ter “religião” da boca pra fora, apenas no externo. A verdadeira religião é interna, é ter um profundo respeito, gratidão e amor por você e pelo próximo, porque todos nos somos iguais, somos Um. As religiões te orientam a isso, mas apenas poucos praticam. Há uma diferença entre conhecer e saber, o saber é fazer, a prática, a consciência.
Vocês vão me ver aqui postando sempre sobre o amor e todos e tudo que o represente. Lindas músicas evangélicas, católicas. Fiz isso no twitter ao postar sobre Chico Xavier, porque ele não sentia apenas amor pelo próximo, ele era o próprio amor e nunca fez distinção entre as pessoas que atendeu, eram brancos, negros, ricos, pobres e de todas as religiões, e isso é AMOR.
O local que frequento, como muitos perguntam sobre, não é uma religião. O Instituto Ráshuah é uma Filosofia de vida, e lá pessoas de diferentes religiões frequentam, porque são SERES HUMANOS em busca de se tornar pessoas melhores pra si e para o mundo. Aprendo muito com a Mestra Vera Calvet e o Mestre Sérgio Linhares, e os agradeço sempre por cada vez mais eu poder enxergar o outro através das lentes do AMOR, através do autoconhecimento. A base do ensino é através da meditação porque dessa forma olhamos pra dentro sem criticismo ou julgamento, apenas nos observamos e nos compreendemos como somos, podendo curar nossas mazelas e potencializar nossas qualidades. Jesus disse: “Amar ao próximo como a ti mesmo.” Mas como amar ao próximo se eu não me amo? Só podemos dar o que temos. Se você vai a minha casa e pede um copo de açúcar, olho no armário e não tenho, eu posso dar? Não. Então só dá amor, quem tem amor DENTRO! Ame-se, respeite-se e assim você estenderá ao outro.
Beijos no coração!!!

O servir é o ato de comprometer-se por amor.
O servir não é ser serviçal. Quando servimos ao outro estamos servindo a nós mesmos, pois somos todos um.
O servir é oferecer aquilo que temos de melhor e ficarmos felizes em fazê-lo.
O servir é a própria missão. Quem está na missão servindo está feliz, pois entende que os problemas continuarão chegando, mas que isso não modificará sua vida, seu estado de alegria.
Quem serve não está acima nem abaixo. O mestre não está acima do discípulo nem abaixo. Ele precisa do discípulo para servir e o discípulo precisa dele para aprender.
Quem está servindo está sempre recebendo, porque está fazendo em prol do outro, e fazendo em prol do outro está fazendo por si mesmo.
Comprometer-se. Ao contrário do que muitos acreditam, não é algo ao qual nos prendemos, estar comprometido significa ser livre, pois o que o torna comprometido com algo ou alguém é o amor.
O primeiro e maior comprometimento que uma pessoa deve ter, é o dela com ela mesma, é se amar incondicionalmente, é ser verdadeira com seus próprios sentimentos.
“Ame ao próximo como a ti mesmo.” Mas como amar ao próximo se não nos amarmos verdadeiramente? Comprometa-se com você. Assim, você poderá externar ao outro… De dentro pra fora sempre.
Tenha uma boa semana.

